Minha Mãe Me Trocou Pelo Namorado E Lembrou De Mim Muitos Anos Depois
A mãe de Diane a deixou com sua tia e tio enquanto ela viajava pela Europa, conhecendo vários homens. Diane esperou pela volta de sua mãe até perceber a verdade quando se reuniram anos depois.
“Mãe, eu quero ir com você,” disse Diane, de 8 anos, enquanto sua mãe, Erika, pegava suas malas.
“Sinto muito, filha. Eu vou em uma viagem de negócios. Você não pode vir comigo dessa vez. Quando eu voltar, vamos para a Disneylandia juntas,” disse Erika para a menininha.
“Mas onde vou ficar?” Diane perguntou.
“Você vai ficar com sua tia Karina e seu tio Roger. Não é emocionante? Minha irmã te ama muito,” explicou Erika. Ela levou Diane até a casa de Karina e se despediu de todos.
“Você vai se divertir tanto aqui que, quando sua mãe voltar, você não vai querer ir embora com ela,” disse o tio Roger. Diane se divertiu muito, mas os dias se transformaram em semanas, e sua mãe mal ligava uma vez a cada poucos dias.

Ela prometeu voltar em breve com muitos presentes para Diane, mas isso nunca aconteceu. Os anos passaram, e Diane se acostumou a viver com seu tio e tia. No entanto, ela esperava todos os dias ver sua mãe voltar até uma ligação telefônica.
“Sinto muito, Diane. Eu vou ficar aqui porque conheci um homem maravilhoso e vamos nos casar. A Itália é linda,” explicou sua mãe.
“Ok, mas então eu vou morar com você em Milão, certo?” Diane perguntou.
“Isso não é possível no momento. Você precisa terminar a escola. Tudo aqui é diferente. Eu acho que o melhor é planejarmos para você vir para cá para a faculdade. O que acha?” Erika disse. Diane concordou, mas ficou desapontada.
Ela também queria ver a nova casa de sua mãe e conhecer seu padrasto. Mais alguns anos se passaram, e Diane percebeu que sua mãe não queria que ela fosse de jeito nenhum. Ela bloqueou as ligações da mãe e disse para a tia Karina que nunca mais falaria com aquela mulher.
Sua tia e o tio Roger tinham se tornado seus pais no sentido mais importante da palavra, e nada faria ela mudar de ideia. Mas durante seu último ano no ensino médio, a tia Karina entrou no seu quarto com o telefone na mão.

“Querida, é sua mãe. Por favor, atenda a essa ligação. Ela realmente quer te ver,” explicou a tia Karina. Diane concordou com relutância.
“Alô?” ela disse depois de colocar o telefone no ouvido.
“Querida!” exclamou sua mãe. “Faz tanto tempo. Acho que está na hora de você vir para Milão! Seu padrasto quer te conhecer, e vamos visitar universidades. Vai ser tão emocionante! Ah, e você vai adorar os meninos italianos. Eles são os mais fofos e galanteadores.”
A tia Karina e o tio Roger incentivaram Diane a ver sua mãe. “Você nunca sabe, Diane. Essa é a sua chance de ver a Europa, e talvez, você consiga resolver as coisas com sua mãe,” disse sua tia.
Então, Diane fez as malas e partiu. Ela não tinha certeza sobre essa viagem, já que sua mãe havia se tornado uma estranha para ela. Mas, com sorte, a tia Karina estava certa. Ela não poderia perder a oportunidade de conhecer uma cidade europeia.
Mas ela não esperava que sua mãe franzi-se assim que se viram. “O que é isso que você está vestindo?” Erika perguntou com desdém.

“Oi, mãe. O que você quer dizer com isso? Eu acabei de sair de um avião. Eu usei roupas confortáveis,” Diane disse, confusa.
“Bem, isso não serve. Você não pode conhecer meu marido assim. Eu vou te dar algo quando chegarmos em casa,” disse Erika.
Dentro do carro, sua mãe falou sobre sua vida e não perguntou nada a Diane, a não ser para criticar algo nela. “Você está mais gorda do que eu esperava, mas tudo bem. Vamos te colocar em uma dieta e o problema estará resolvido,” disse sua mãe, mais para si mesma do que para Diane.
Ela foi forçada a usar um vestido chique para jantar com seu padrasto, que aparentemente era um grande empresário nesta cidade e extremamente rico. Mas Diane odiou cada momento e desejou não ter vindo.
Durante o jantar, seu padrasto mal lhe deu atenção além da saudação inicial e de pedir para passar o sal. Ela estava supostamente ali para conhecê-lo, mas isso era extremamente confuso. O pior de tudo foi que sua mãe agia como a pessoa mais atenciosa do mundo na frente dele.
“Querida. Então, você vai ficar aqui de agora em diante, e vai se divertir muito. Essa cidade é muito melhor do que nossa cidade de casa,” disse Erika depois de uma hora desse jantar constrangedor.

“O quê? Eu pensei que isso fosse apenas uma visita, e depois decidiríamos sobre a faculdade,” Diane perguntou, chocada.
“Isso não faz sentido. Você vai ficar aqui. Seu padrasto sempre quis ter filhos, e como eu já sou velha demais, você vai ter que ser a minha filha,” disse sua mãe sem cerimônia. Essa era a verdadeira razão pela qual sua mãe a convidou para lá.
Mas Diane não aguentava mais. “Ei, mãe. Você pode me dar um pouco de dinheiro para um táxi? Eu quero explorar o centro da cidade,” Diane pediu. Sua mãe hesitou, mas estava com medo de ficar mal na frente do marido e não teve coragem de dizer não.
A verdade é que Diane não queria ir ao centro da cidade. Ela pegou um táxi direto para o aeroporto e trocou sua passagem de volta pelo voo mais imediato para casa. Depois de várias horas, ela chegou de volta à casa do tio Roger e da tia Karina.
“O que você está fazendo aqui, querida?” perguntou sua tia. Seu tio também estava surpreso ao vê-la de volta.
“Eu não consegui ficar lá. Vocês são meus pais. Ela só queria me mostrar para o marido dela porque não pode ter mais filhos,” Diane disse.

“Ah, querida. Você sabe que sempre terá um lar conosco,” disse o tio Roger, abraçando-a. E Diane esqueceu Erika para sempre, porque ela já tinha um conjunto lindo de pais.